Golpista do DF que “agilizava” casa própria fez mais de 100 vítimas
Ele foi preso pela Polícia Civil. Se dizia ex-funcionário da Caixa Econômica e cobrava até R$ 2 mil para “acelerar” documentação
A boa conversa e a promessa de realizar o sonho da casa própria foram as principais armas usadas por Ronaldo Pagano, 57 anos, para enganar pelo menos 100 famílias do Distrito Federal e cidades do Entorno. Se apresentando como ex-funcionário da Caixa Econômica Federal (CEF), ele cobrava uma taxa que variava de R$ 600 a R$ 2 mil para “agilizar” a documentação das vítimas nos programas habitacionais do governo, como o Morar Bem e Minha Casa Minha Vida.
O estelionatário foi preso por policiais da 19ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) após seis meses de intensas investigações. O homem, que prometia resolver as questões relacionadas ao financiamento das famílias em até 30 dias, não reagiu à prisão.
O flagrante ocorreu na casa onde ele mora, na Ceilândia. Com raiva e surpreso, chegou a dizer aos agentes que “não ia cair sozinho e que quem o colocou nessa também ia pagar”.
"Acreditamos que ele agia em conluio com algum funcionário do banco, não sabemos se efetivo ou terceirizado. Mas as investigações continuam. Também apuramos a participação de outras pessoas no esquema. Fizemos contato com a Caixa para que ela nos forneça informações que possam complementar o inquérito."
Ele foi preso pela Polícia Civil. Se dizia ex-funcionário da Caixa Econômica e cobrava até R$ 2 mil para “acelerar” documentação
A boa conversa e a promessa de realizar o sonho da casa própria foram as principais armas usadas por Ronaldo Pagano, 57 anos, para enganar pelo menos 100 famílias do Distrito Federal e cidades do Entorno. Se apresentando como ex-funcionário da Caixa Econômica Federal (CEF), ele cobrava uma taxa que variava de R$ 600 a R$ 2 mil para “agilizar” a documentação das vítimas nos programas habitacionais do governo, como o Morar Bem e Minha Casa Minha Vida.
O estelionatário foi preso por policiais da 19ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) após seis meses de intensas investigações. O homem, que prometia resolver as questões relacionadas ao financiamento das famílias em até 30 dias, não reagiu à prisão.
O flagrante ocorreu na casa onde ele mora, na Ceilândia. Com raiva e surpreso, chegou a dizer aos agentes que “não ia cair sozinho e que quem o colocou nessa também ia pagar”.
"Acreditamos que ele agia em conluio com algum funcionário do banco, não sabemos se efetivo ou terceirizado. Mas as investigações continuam. Também apuramos a participação de outras pessoas no esquema. Fizemos contato com a Caixa para que ela nos forneça informações que possam complementar o inquérito."
Nenhum comentário:
Postar um comentário